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Professores voltam ao trabalho em Humaitá e reposição das aulas será discutida

As aulas nas escolas da rede estadual recomeçaram nesta terça-feira (10) em Humaitá, após acordo entre professores e o Governo do Estado. A paralisação durou duas semanas e se encerrou após a categoria conseguir 27,02% de reajuste salarial. A preocupação agora é com a reposição das aulas. 

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc), o cronograma de reposição de aulas começa a ser discutido com os professores e direção escolar para que não haja prejuízo, mas todos os 200 dias Letivos devem ser cumpridos.

O coordenador financeiro do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom/Sindical), Lambert Melo, disse que a orientação é que cada professor converse com o gestor de sua escola para viabilizar a reposição das aulas conforme a realidade da instituição.

A greve dos professores se encerrou após o Governo do Amazonas obter a aprovação, na última sexta-feira (06), na Assembleia Legislativa (ALE-AM), do projeto de lei que determina reajuste de 27,02% pagos em três vezes até janeiro de 2019. O aumento contempla o pagamento das datas-bases de 2015, 2016, 2017 e 2018 dos servidores da educação.

Além do reajuste, foram assegurados benefícios aos servidores, que inclui a retomada do plano de saúde da rede privada Hapvida e do vale-alimentação para todos os servidores, inclusive os da sede da Seduc, no valor de R$ 220, além do acréscimo de R$ 200 (95% de aumento) no vale-alimentação para todos os profissionais da educação que exercem atividade na escola, totalizando R$ 420.

Há, ainda, o fim do desconto de 6% sobre o vale-transporte (dando ganho real ao trabalhador de R$ 140); as promoções de 3.516 professores que terminaram cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado; e a criação do grupo de trabalho com representantes do sindicato para a revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e das promoções horizontais não realizadas há quatro anos.

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