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DOENÇA VIRAL – Conjuntivite se espalha em Humaitá

A SEMSA – Secretaria Municipal de Saúde em Humaitá, anunciou em rede social que está ocorrendo um surto de “Conjuntivite” na cidade, já foram registrados nos últimos 20 dias, mais de 120 casos da doença, segundo nos informou o secretário de saúde do município, Cleomar Scandolara.

 

COMO A DOENÇA ATACA

 

Inicia com coceiras em alguns casos, causando vermelhidão na membrana branca do globo ocular, gerando desconforto e bastante secreção no olho atingido. Dura em média de 7 a 15 dias a conjuntivite causa sensação de areia nos olhos.

 

COMO TRATAR A DOENÇA

 

Os especialistas afirmam que lavar os olhos e fazer compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico comprado em farmácias ou distribuído nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do SUS. Além disso, deve-se evitar locais fechados, aglomerações e lavar com frequência o rosto e as mãos, principais condutores para transmissão de microrganismos.

Tempo seco pode trazer graves incômodos a quem tem problemas de visão.

Para quem já estiver infectado, o SUS oferece tratamento gratuito. “Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Já o tratamento da conjuntivite bacteriana inclui a indicação de colírios antibióticos devendo ser prescritos por um médico”.

Refresco para a pele durante o verão, o ar-condicionado pode se tornar um vilão para a saúde dos olhos. O uso excessivo do aparelho é um dos principais motivos para o aumento de 15% a 20% na incidência de casos de conjuntivite durante a estação mais quente do ano, segundo Mário Motta, diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.

“O ar-condicionado resseca o ambiente, e, como consequência, a lágrima. A lágrima tem uma película que contém anticorpos para combater infecções, e precisa ser renovada continuamente. Em ambientes mais secos, ela evapora mais rápido, e as defesas diminuem”, explica Motta.

O confinamento de um grande número de pessoas num mesmo ambiente e a variação de calor são fatores que podem contribuir para o contágio. O entra-e-sai de lugares com diferentes temperaturas diminui as defesas do organismo e também favorece a proliferação de vírus. “Quanto mais pessoas houver num mesmo ambiente, maior a possibilidade de contágio – diz o especialista.”

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