Assassinada em Reserva PIRARRÃ não teve corpo encontrado.

 

Mulher desaparecida na Reserva PIRARRÃ foi assassinada por um índio da etnia. A confirmação foi dada pela mãe do suposto autor do crime e pelo irmão do índio que supostamente assassinou dona Alda.

Segundo relatos da irmã da vítima, a polícia militar comandada pelo delegado de polícia civil Teotônico Rego juntamente com soldados do 54°BIS liderados pelo oficial comandante, as buscas foram realizadas por várias partes onde supostamente o índio assassino teria jogado o corpo provavelmente com pedras amarradas. Foi enviado uma balsa de mergulho para realizar as buscas no rio mas nada foi encontrado. A testemunha destacou a boa vontade dos policiais e soldados reconhecendo o empenho de todos em busca do corpo de sua irmã que infelizmente não foi encontrada.

As informações obtidas por nossa redação com exclusividade são cheias de mistérios o que torna o caso bastante complexo, que precisará ser investigado com mais detalhes o que infelizmente não pode ser feito pelos policiais destacados até o local do crime. É preciso a intervenção da POLÍCIA FEDERAL para instaurar um inquérito e proceder as buscas novamente. O advogado Carlos Evaldo Terrinha de Souza disse que é o representante do Luis Alecrim esposo da vítima e que cobrará de forma persistente a elucidação do crime cometido pelo índio PIRARRÃ. Carlos Evaldo disse ainda que os modos operandis realizado pelos índios e a FUNAI caracterizam o mesmo cenário da chacina Tenharim ocorrida em dezembro de 2013. Carlos Evaldo acrescentou ainda que as buscas da polícia e do exército foi apenas um “olé” da FUNAI combinado com os índios pra dificultarem a materialização do crime. O advogado disse a nossa redação que sente cheiro de uma tragédia anunciada, a exemplo do que já aconteceu em 2013.

Nossa redação foi até a sede da FUNAI local para colher informações dos procedimentos a serem tomados pelo órgão em relação ao crime confirmado, mas o representante local identificado pela alcunha de “SOUZA” ele nos disse que o representante Domingos Savio estava para Auxiliadora e que qualquer informação sobre o caso seria dado somente pela assessoria de imprensa do órgão em Brasília em seguida nos deu um número de telefone (61) 3247 6048 para colher as informações de tudo que eu precisava.

A não localização do corpo de dona Alda é cercado de conflitos de interesses e precisa ser investigado o quanto antes para elucidação do crime. Pode existir um jogo de interesse financeiro muito grande dentro do órgão da FUNAI em Humaita, os índios PIRARRÃ é a etnia mais nativa da região onde não tem representatividade para cobrar o que é seu por direito oportunizando a possibilidade de alguém se beneficiar do dinheiro que é destinado a eles. A polícia Federal precisa investigar bem a fundo a atuação do órgão na região que segundo informações de aatuacaolgimas testemunhas tem muita coisa errada no pedaço.

Dona Alda tinha 41 anos era mãe de 14 filhos sendo deste total 10 da união dela com seu Luis Alecrim. Dona Alda era oriunda da etnia Mundurucum.

One comment

  1. Aureo Belo Guimarães

    Infelizmente esse caso já era quem perdeu foi essa senhora pois para os índios não tem lei.